14 de jun de 2011

Obesidade: culpa pode ser de bactérias

Olá pessoal, Estou recomeçando meu blog com toda a força e a coragem para conseguir eliminar meus indesejados kilos extras.
Minha historia como muitas começa na adolecencia, nunca fui magrinha mas sempre tive um corpo legal, tbm sempre fui muito ativa fazia academia andava muito da escola pra casa, dançava, enfim com todas as besteiradas que sempre comi nunca engordava, masss depois de conhecer o amor da minha vida, começar faculdade e trabalhar, ai tudo começou, engordei horrores em 02 anos, ao total 20 Kg, muitaaa coisa para uma pessoa baixinha como eu.
Enfim estou na luta contra os kilos, contra a preguiça de ir a academia.
Espero que desta vez consiga e espero a ajuda de todas.
Como primeira postagem vou colocar uma materia que me interessou muito. Espero que gostem.

Bjsss



Micro-organismos da flora intestinal e contato com substâncias tóxicas têm impacto no peso, diz ciência

Ganhar peso não depende apenas do equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a energia gasta com atividades físicas ou da herança genética. Essa equação pode contemplar pelo menos mais três variáveis, como o tipo de bactéria que a pessoa tem em sua flora intestinal, o grau de exposição a substâncias tóxicas e a quantidade de cálcio que ela ingere, de acordo com pesquisadores brasileiros que ontem se reuniram para debater o assunto.


Paulo Liebert/AEObesidade atinge 15% de SP: pesquisadores buscam causas paralelasO tema foi discutido no simpósio Causas não clássicas da Obesidade, durante o 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo. Um dos palestrantes, o endocrinologista Mário José Abdalla Saad, professor de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, diz que começou a pesquisar sobre o papel da flora bacteriana intestinal na obesidade há quatro anos e sua primeira pesquisa sobre o assunto foi publicada em 2006 pela revista científica Nature.

"O número de bactérias que habita nosso intestino é 10 vezes maior do que o número de células do nosso próprio organismo. Por isso, achar que elas não têm nenhum papel relevante em doenças é um pouco de inocência", analisa. Segundo ele, bactérias presentes no intestino do obeso são diferentes das observadas no intestino de um indivíduo magro, tanto em ratos quanto em seres humanos.

Agora, os cientistas investigam como essas bactérias interferem na gordura corporal. Uma das possibilidades é a de que alguns tipos de bactérias, mais frequentes no trato intestinal dos gordinhos, extraiam a energia dos alimentos e a repassem para o organismo do indivíduo, induzindo ao ganho de peso. Enquanto isso, outras bactérias, mais comuns no intestino dos magros, extraem e consomem essa energia, o que favorece a manutenção de um corpo esbelto.

O objetivo das pesquisas é criar um tratamento para a obesidade com base no mecanismo de atuação das bactérias intestinais. "Só é preciso tomar cuidado para não aparecerem ‘milagreiros’ oferecendo tratamentos com antibióticos ou probióticos que prometam o fim da obesidade", alerta Saad. Ele explica que a "eficiência" das bactérias varia de pessoa para pessoa e que, hoje, os estudos ainda estão sequenciando o DNA desses micro-organismos para entender melhor o processo.

Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), é plausível que o excesso de peso esteja relacionado a fatores que não são usualmente investigados como causas para o problema. Para ele, o crescimento da obesidade está atualmente desproporcional à modificação dos hábitos da população. "Não vale mais essa história de que o obeso é um sem-vergonha que come muito e que não se exercita. Há uma série de outros fatores que contribuem para isso", diz.

Segundo Halpern, o trabalho de Saad traz um campo novo de estudos e uma esperança de tratamentos para o futuro. "Além de sabermos que obesos têm bactérias diferentes das de pessoas magras, algumas experiências mostram que se pegarmos as bactérias de um animal obeso e passarmos para o animal magro, ele tende a engordar", explica.

Embalagens e pesticidas têm ligação com a gordura


Entre as causas não clássicas de obesidade discutidas ontem no 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica estão os disruptores endócrinos. São substâncias tóxicas que interferem na ação dos hormônios corporais e podem estar em plásticos, agrotóxicos, produtos de limpeza e embalagens de alimentos. A mais popular delas é o bisfenol A, que foi alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado - quando os fabricantes, em todo território nacional, passaram a ser obrigados a informar a presença do composto em seus produtos.

Testes em laboratório comprovaram que substâncias como o bisfenol A, presente em latas de refrigerante e até em mamadeiras, aumentaram o risco de obesidade em ratos, relata o médico Nelson Rassi, chefe da Divisão de Endocrinologia do Hospital Geral de Goiânia e professor visitante do Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami. Segundo ele, um levantamento nos EUA mostrou que 95% das crianças e adolescentes daquele país apresentam bisfenol A na urina. Outro composto que teria relação com a obesidade, segundo Rassi, é o ftalato, usado em plásticos, perfumes e loções. De acordo com ele, a substância teria a capacidade de aumentar o volume das células corporais. A tributirina, fungicida usado no tratamento de madeiras, exerceria efeito similar, diz Rassi.

Professor da Universidade de Pernambuco, o médico Luiz Henrique Griz apresentou, com base em um compilado de estudos internacionais, a possível relação entre cálcio, vitamina D e ganho de peso: quanto menor o consumo desses nutrientes, maior o risco. "Vitamina D e cálcio não são uma solução mágica para perder peso, mas têm papel importante nesse processo."

Maus hábitos ainda pesam mais na balança


A obesidade tem sido alvo cada vez mais frequente de investigações científicas. E não é por acaso: os homens acima do peso, por exemplo, já são maioria no País e também na cidade de São Paulo, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, 15% da população da cidade está obesa.

Mas no caso da capital, os maus hábitos têm grande parcela de culpa. O paulistano está acima da média nacional no consumo de refrigerantes e carne gordurosa. E se exercita menos do que a maioria dos outros brasileiros: na cidade, só 13,7% da pessoas seguem as indicações da Organização Mundial de Saúde para a prática de exercícios, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (Vigitel).
Fonte: Estadão.com.br

5 comentários:

Talita Oliveira disse...

Já estou por aqui te acompanhando. Tb engordei muito em 2 anos e estou correndo atrás do preju! Sorte para nós :D
Bjs

Gica disse...

Oi, Gi!
Vi seu comentário no blog da Jacki e vim aqui te dar uma força também!!
Comecei semana passada meu blog, tô adorando, sempre é bom receber palavras de incentivo, né!!
Bom, já estou te colocando na minha lista de blogs que sigo!
Forçaaaa na R.A.!
Beijos =)

Jacki disse...

Oi Gi!!!!! Já to te seguindo tbm!! :))

Nossa como vc eh linda!Vc vai conseguir seus objetivos logo logo, estamos aqui pra isso!

Bjosss

AVOH disse...

Oiii!!
Fiquei muit feliz com a sua visita, espero não nos perdermos nessa louca aventura da Blogosfera, inclusive a ligth.
Aff... tudo engorda... acho que nem a água escapa, porque o ar do jeito que está, vai nos inflar, rsrsrs... é bactéria pra tudo quanto é lado, desse jeito a gente não vive...
Vou te linkar.
Beijão

Bruxa do 203 disse...

Ahhh Descobri! É tudo culpa das bactérias! rsrsrs

Então, vamos juntas eliminar mais kilos!